OURO PRETO (MG) – A Estação Ferroviária de Engenheiro Corrêa, um marco histórico de 1896, será oficialmente reinaugurada neste domingo (14/12) após restauração. O antigo terminal ferroviário “renasce” como um centro de cultura e turismo.
O evento de reinauguração celebra a recuperação de um patrimônio simbólico que possui forte ligação histórica com Itabirito. Isso porque no passado, a estação era um ponto central onde os itabiritenses embarcavam nas tradicionais marias-fumaças com destino a Engenheiro Corrêa.
NOVA VIDA PARA O PATRIMÔNIO
Por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a restauração contou com patrocínio master da Herculano Mineração (investimento de R$ 2 milhões) e patrocínio complementar do Grupo J. Mendes (R$ 820 mil). A gestão do projeto é da Holofote Cultural, com apoio da Prefeitura de Ouro Preto.
O QUE TERÁ
O prédio restaurado contará com áreas dedicadas a eventos, biblioteca, sala de informática e espaços administrativos. “Esses ambientes serão usados para cursos, atividades culturais, ações socioeducativas e pesquisas, fortalecendo o turismo e impulsionando o desenvolvimento econômico e social do distrito”, informaram os responsáveis pela obra.
“Ver essa estação restaurada é uma conquista coletiva, feita com muito carinho e acolhimento”, disse a vice-prefeita de Ouro Preto, Regina Braga, natural de Engenheiro Corrêa, destacando a importância simbólica da entrega para a comunidade.
PROGRAMAÇÃO FESTIVA
A reinauguração será no domingo (14/12) com atividades abertas ao público a partir das 9h. A festa contará com:
Das 9h às 16h: Food trucks e cerveja artesanal.
10h: Solenidade oficial de inauguração.
Das 10h às 11h: Apresentação da Sociedade Musical Senhor Bom Jesus de Matosinhos (Banda do Rosário).
Das 11h às 15h: Espaço kids gratuito.
Das 11h às 13h: Grupo de Choro Deitando o Cabelo.
Das 14h às 16h: Presença do Papai Noel.
Das 14h às 16h: Show do Grupo de Forró Manguacêra.
A história desta estação, que já se chamou “Estação Sardinha” e depois homenageou o engenheiro Manoel Francisco Corrêa Júnior, reforça sua relevância no contexto regional e nacional, sendo um testemunho da importância das ferrovias para a integração de Minas Gerais e do Brasil.










