ITABIRITO (MG) — A Polícia Militar (PM) contestou, no começo deste sábado (11/4), o relato de um jovem de aproximadamente 20 anos que afirmou à Brigada Municipal ter sido vítima de um assalto violento na manhã de sexta (10/4).
Segundo a PM, a versão de que um celular foi roubado durante uma agressão “não procede”.
O RELATO INICIAL
Na sexta, esse jovem procurou a Brigada reclamando de dores na região das costelas. Ele relatou aos combatentes que estava em um ponto de ônibus no bairro Quinta dos Inconfidentes quando foi abordado por dois homens desconhecidos.
Segundo essa versão, ele foi alvo de chutes e socos, e os agressores levaram seu telefone.
A CONTESTAÇÃO DA PM
A PM apurou o caso e informou ao Radar Geral que o que foi narrado pelo jovem, a princípio, apresenta inconsistências. “Foi verificado que essa história não procede. A suposta vítima ficou embriagada e dormiu, não sabendo dizer se houve o extravio do celular”, afirmou a PM.
Sobre o acionamento da Brigada, a polícia disse: “Ele deve ter chamado a Brigada porque estava com lesão, mas não sabemos o que houve de fato, pois ele admitiu ter bebido muito e não confirmou [à PM] a versão dada anteriormente aos combatentes”, continuou a corporação militar.
REGISTRO DE OCORRÊNCIA
Diante da confusão nos relatos e da falta de confirmação do crime de roubo, a PM registrou o caso como extravio de objeto pessoal.
Essa classificação é utilizada quando o proprietário não sabe detalhar as circunstâncias do desaparecimento do bem.
LEIA A 1ª MATÉRIA SOBRE O ASSUNTO: Itabirito: jovem toma chutes e socos em ponto de ônibus e tem celular roubado













