Lava-jatos, uma empresa de ônibus e oficinas mecânicas receberam hoje (7/11) fiscais da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Itabirito (MG).
Isso aconteceu após uma denúncia, feita ontem (6/11), sobre o lançamento de óleo no Córrego do Criminoso, na região dos bairros Santa Efigênia e São José. O córrego é um dos afluentes do Rio Itabirito.
Bruno Caike (Cavera) e outros moradores do São José, além de perceberem a mancha nas águas do Criminoso e registrá-la em vídeo, sentiram um cheiro insuportável de óleo no local — o que corrobora a impressão de que o despejo foi “generoso”.
Eles conseguiram acionar a Polícia Militar e um vereador (entre vários que foram comunicados) para comprovar a veracidade da denúncia, além de coletar uma amostra das águas do córrego.
Durante a fiscalização, as equipes identificaram irregularidades que ferem leis ambientais nos estabelecimentos vistoriados. Contudo, a origem exata do vazamento que atingiu o Criminoso permanece desconhecida.
Segundo Christiane Bossanelli, gerente de Licenciamento e Fiscalização da Secretaria, os fiscais orientaram as empresas a corrigir as falhas e coletaram amostras da água poluída. O material foi enviado ao Serviço Autônomo de Saneamento Básico (Saae) para análise laboratorial. O objetivo principal é identificar a substância exata que contaminou o córrego.
LEIA TAMBÉM:
Itabirito: moradores denunciam mancha com forte cheiro de óleo no Córrego Criminoso













