ITABIRITO (MG) – A criança (de 2 anos) que passou mal, na quinta (26/6), no Cmei Meu Sítio horas após ingerir ou inalar (em casa) um grão de feijão cru foi desentubada e está se recuperando no João XXIII, em BH . A informação foi confirmada ao Radar Geral hoje (28/6).
A diretora da escola, Ana Cristina Ferreira, afirmou há, sim, funcionários com treinamento em primeiros socorros na creche. “Eu, inclusive, sou da área da saúde. Exatamente por isso ela foi salva”, esclareceu.
“Graças à agilidade, atenção e cuidado da equipe do Cmei, o aluno foi prontamente socorrido. Ele não apresentava nenhum sintoma de desconforto até o ocorrido. Após o almoço, no descanso, a monitora, sempre atenta, percebeu que ele apresentava uma tosse persistente e acionou imediatamente a mãe da criança (que é funcionária do Cmei)”, disse a diretora.
Ainda segundo a educadora, o pequeno foi levado para a UPA, acompanhado da mãe, e, posteriormente, encaminhado ao João XXIII. Foi constatado que a criança havia inalado ou ingerido um grão de feijão preto cru em casa – que se alojou nos brônquios.
“É importante destacar que a mãe da criança confirmou que o incidente ocorreu em sua residência, onde seu filho teve contato com o grão de feijão. Ressaltamos que no Cmei não é servido feijão preto, o que confirma que a situação não está relacionada à alimentação oferecida na unidade (…). A pronta atuação e o suporte prestados pelas Secretarias de Educação e de Saúde foram fundamentais para garantir a segurança da criança”, enfatizou.
Ana continuou: “Fica o alerta aos pais. Observem suas crianças, especialmente se apresentarem tosse intensa. É essencial buscar orientação médica. Também pedimos atenção redobrada com pequenos objetos ou alimentos que possam ser levados ao nariz, ouvido ou boca”.
No caso que aconteceu no Cmei Meu Sítio, “todas as medidas necessárias foram tomadas com a máxima responsabilidade”, garantiu.
Fato é que na situação especificamente ficou constatado que a criança não poderia ser socorrida pela equipe do Cmei por mais treinada que fosse. Prova disso é que nem na UPA foi possível dar ao pequeno o atendimento necessário – tendo de ser encaminhado a BH.
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