ITABIRITO (MG) — O 3º dia do Julifest (11/7) foi marcado por shows de samba e muito romantismo. A Turma do Pagode reuniu, até o momento, o maior público desta edição do festival e protagonizou o espetáculo que mais empolgou a plateia. Já na apresentação que antecedeu o grupo, Marvvila levou ao palco um repertório que incluiu o funk.
A TURMA
Formado na Zona Norte de São Paulo, a Turma do Pagode existe desde 1994 e adotou o nome atual em 2001. No palco do Julifest, apresentou sucessos como Lancinho, Camisa 10 e Deixa em Off, além de interpretar músicas eternizadas nas vozes de artistas como Raça Negra, Belo e Menos é Mais.
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O público acompanhou as canções em coro, transformando o show em um dos momentos mais marcantes desta edição de 2026 — que ainda tem Fernando em Sorocaba no domingo (12/7).
Em meio à apresentação, Leizinho, o vocalista mais conhecido da banda, chamou a atenção ao tomar, em grandes goles, uma garrafinha da tradicional Cachaça do Bicudo, produzida em Itabirito.

Considerando as últimas edições do Julifest, o pagode confirma sua força ao dividir com o sertanejo a preferência do público.
Também merecem destaque as apresentações de DJs, que, embora menos frequentes na programação, costumam atrair grande participação de fãs.
SOFRÊNCIA

Mais cedo, no mesmo dia, Marvvila apresentou um repertório diversificado, reunindo sucessos da própria carreira, como Vendaval, além de homenagear nomes importantes do pagode, como Péricles.
O show alternou momentos de animação, com o público cantando e dançando, e trechos mais românticos.
Em entrevista à Prefeitura de Itabirito, a artista afirmou: “Procuro cantar para quem está apaixonado, para quem está na ‘sofrência’ e também para quem quer aproveitar a vida de solteiro”.
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TURMA DO PAGODE
MARVVILA











