Uma aglomeração na noite de Natal (25/12) terminou em confusão e confronto entre populares e a Polícia Militar no bairro Padre Eustáquio, em Itabirito (MG).
Parte da situação foi flagrada por câmera de celular - Foto: Captura de tela de vídeo
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Uma aglomeração na noite de Natal (25/12) terminou em confusão e confronto entre populares e a Polícia Militar (PM) no bairro Padre Eustáquio, em Itabirito (MG).

O dono de um bar, um jovem de 27 anos, foi preso e conduzido à Delegacia de Ouro Preto após, segundo a PM, se recusar a encerrar o evento e incitar frequentadores contra os agentes.

O INÍCIO DA OCORRÊNCIA

A ação policial começou durante um patrulhamento na Rua Engenheiro Simão Lacerda. No local, os militares se depararam com uma grande aglomeração e o que foi descrita nos registros como um “baile funk sem autorização”. O evento contava com “paredões de som” e obstrução da via pública.

A PM já havia recebido diversas denúncias via 190 relatando barulho excessivo e perturbação do sossego. No momento da chegada, os policiais ainda flagraram dois indivíduos em uma motocicleta, que teriam motivado a abordagem inicial.

RESISTÊNCIA E CONFRONTO

Ao ser questionado sobre as irregularidades, o proprietário do estabelecimento teria reagido de forma exaltada.

De acordo com o boletim de ocorrência, ele se negou a cessar a festa e passou a desferir ofensas contra os policiais, afirmando que os militares deveriam “prender bandidos”.

A situação escalou quando a multidão, em apoio ao comerciante, passou a arremessar pedras e garrafas de vidro contra as guarnições. Durante o tumulto, o vidro traseiro de uma viatura foi estilhaçado. Diante do risco à integridade física da equipe e para dispersar os agressores, os policiais utilizaram spray de pimenta e disparos de munição de elastômero (bala de borracha).

PRISÃO E ACUSAÇÕES

O proprietário do bar foi contido com o uso de força e algemas. Nos registros da PM constam uma série de crimes praticados por ele naquele momento, incluindo:

– Perturbação do sossego.

– Desacato, desobediência e resistência à prisão.

– Incitação ao crime.

– Dano ao patrimônio público.

    Vídeo que circulou em redes sociais mostram o momento de tensão e confronto com os policiais.

    Apesar dos objetos lançados, nenhum militar sofreu ferimento.

    O caso deve ser investigado pela Polícia Civil.

    VEJA VÍDEO:

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